quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Administração Estratégica


  • Definição
È um processo contínuo que visa integrar o ambiente à empresa, visando atingir objetivos organizacionais. Ela vê a relação entre empresa e ambiente como algo essencial para a formulação de estratégia.
Tem vantagens competitivas, mercadológicas e de processos.

  • Administração Estratégica vs. Planejamento Estratégico
Muitos confundem a Administração Estratégica com o Planejamento Estratégico. Basicamente, a AE é mais ampla e sistêmica, visando atingir e implementar estratégias dentro da organização e integrando-a com o ambiente, já o PE, ele é uma ferramenta que a Administração Estratégica usa para alcançar seus objetivos, ela usa o PE como parte do sistema.

  • Ferramenta da Administração Estratégica : Análise SWOT
A análise SWOT foi criada por um pesquisador da universidade de Harward como o objetivo de identificar a posição estratégica da empresa no ambiente. O termo SWOT identifica o que vai ser analisado : Strengths (Força), Weaknesses (Fraqueza), Oportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças).

- Força (Interna) : A força (Strengths) interna à organização ajuda e é analisada para mostrar os pontos positivos da empresa. Exemplo: qualidade do produto.
- Fraqueza (Interna) : A fraqueza (Weaknesses) também é interna à organização, atrapalha e é analisada para mostrar os fatores negativos da empresa, os pontos que são desvantagens frente ao concorrente. Exemplo: Custos altos.
- Oportunidades (Externa) : As oportunidades (Oportunities) são externas à organização e ajudam a empresa, e é analisada para determinar fatores que contaria como ponto positivo para a empresa caso ela viesse a adquiri-lo. Exemplo: abertura de mercados estrangeiros.
- Ameaças (Externa) : As ameaças (Threats) também são externas à organização e atrapalham a empresa, e é analisada para determinar fatores que estão fora do controle da empresa e são negativos, algo que pode atrapalhá-la. Exemplo: novas tecnologias.


  • Evolução do Pensamento Estratégico 

Postado por Letícia Santos



terça-feira, 11 de setembro de 2012

Diferença entre Planejamento e Projeção Futura

É necessário mudar a forma como se usa para pensar e falar sobre como orientar nossos negócios. Muitos empreendedores confundem e utilizam do "planejar", como único método para dirigir o seu negócio. Neste texto, entenderemos que existem diferenças entre (planejar e projetar o futuro) que podem ser esclarecedoras.

Primeiramente, a palavra planejar é usada para designar um conjunto de ações para atingir um objetivo já claramente determinado. Ou seja, para construir uma ponte, dirigir um carro, ou no meio de empresas, construir um novo escritório e lançar um novo produto são exemplos de objetivos que devem ser planejados, já que se tem uma meta especificada, agora é necessário colocar em prática as ações afim de alcançá-las.
Mas, se alguém pretende entrar para o mercado competitivo, um passar do mercado nacional para o mercado global torna-se algo mais complexo, que necessita de um raciocínio maior, explorar a ideia, entender as tendências do meio em que se deseja inserir. Com isso, esse processo muito mais trabalhoso e arriscado chamamos de projeção futura. Em sua abordagem são necessárias a análise de medidas de resultado, do indicadores críticos e profissionais aptos para fazer esse tipo de trabalho que ajudem a medir a eficácia das estratégias de ação.

Enquanto projetar futuro é um processo que envolve decidir como agir com base no que está ocorrendo no ambiente atual e no futuro próximo, planejar é a tradução dessa decisão em ações gerenciáveis.
Asim, esses dois elementos são complementares, no sentido de que o planejamento torna-se o resultado tático da projeção do futuro.

Muitas empresas acabam por esquecer da projeção futura e usam como planejar a sua única opção. Mas é aí que está o erro, pois elas acabam tendo que seguir rigidamente as suas metas estabelecidas pelo planejamento quando dentro de uma organização podem acontecer mudanças, ameaças ou o surgimento de uma nova oportunidade que por medo de "perderem o foco" do seu objetivo deixam de aproveitar e sofrem as consequências dessas escolhas. O sucesso empresarial trata-se de um quebra cabeça dinâmico, onde as peças não podem ser encaixadas de uma só vez (como em um plano) mas sim, colocadas a cada dia, mês e ano (como em uma projeção do futuro).

A partir disso, não queremos dizer que projeção futura seja mais importante que planejar, mas sim, que  juntamente com líderes que dominem ambas as práticas os dois métodos são necessários para uma empresa bem-sucedida.

Postado por Gabriela Rocha.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Planejamento Estratégico


O planejamento estratégico é uma ferramenta da administração que volta-se para as medidas positivas que uma empresa poderá tomar para enfrentar ameaças e aproveitar as oportunidades encontradas em seu ambiente. É também uma técnica comprovada para ajudar que os ajustes dentro da empresa sejam feitos com inteligência, já que é um instrumento que força, ou pelo menos estimula, os administradores a pensar em termos importantes ou relativamente importante, e também a se concentrar em assuntos de relevância.
No Brasil, apesar de muitas empresas já estarem utilizando a metodologia do Planejamento Estratégico, ainda existem dúvidas sobre o que ele realmente vem a ser e como deve ser formulado, além do fato de ser confundido com o Planejamento a Longo Prazo.
A metodologia do Planejamento a Longo Prazo foi desenvolvida nos Estados Unidos na década de 50, os planos a longo prazo tornam-se projeções de lucro (para dez anos ou mais) sem muita utilidade, ou seja, é algo que você começa hoje para terminar daqui a algum tempo, num cenário sem mudanças que alterem a sua decisão, o que não é o caso de uma empresa.
Já na metade dos anos 60, foi introduzida a metodologia do Planejamento Estratégico que segundo Philip KOTLER “O Planejamento Estratégico é uma metodologia gerencial que permite estabelecer a direção a ser seguida pela Organização visando maior grau de interação com o ambiente”, ou seja, uma metodologia que permite estabelecer o caminho a ser seguido pela empresa, visando elevar o grau de interações com os ambientes interno e externo.
O grau de interações entre uma organização e o ambiente, que pode ser positivo, neutro ou negativo, é variável dependendo do comportamento estratégico assumido pela organização perante o contexto ambiental.

Tabela 1 – Comportamentos Opcionais e Respectivas Consequências. 


GRAUS DE INTERAÇÃO
COMPORTAMENTO
CONSEQÜÊNCIAS

NEGATIVO
   





 
Não Reagente

Não Adaptativo

Não Inovativo



Sobrevivência a curto prazo
 



Extinção


           NEUTRO







Reagente

Adaptativo



Sobrevivência a longo prazo
 




Estagnação


POSITIVO





Reagente

Adaptativo

Inovativo




Sobrevivência a longo prazo





Desenvolvimento


FONTE: VASCOCELLOS (1979)

* Se o grau de interação assumido pela empresa for “Negativo” os seus funcionários vão apresentar um tipo de comportamento parecido com os “Dinossauros”, ou seja, um comportamento não reagente, não adaptativo e não inovativo, de maneira a trazer sérias consequências a empresa, sendo elas a sobrevivência a curto prazo e a extinção (falência da empresa).
O grau de interação “Neutro” apresenta funcionários com o tipo de comportamento igual ao “Camaleão”, reagente e adaptavivo porém, apesar de acarretar a empresa uma sobrevivência a longo prazo, os funcionários se encontram em estagnação (paralisação, falta de desenvolvimento).
Já o grau de interação “Positivo” os funcionários se mostram do tipo “Homo-Sapiens” (Homens sábios), com comportamentos reagentes, adaptativos e inovativos, de maneira a ajudar a empresa no seu desenvolvimento e sua sobrevivência a longo prazo.

Existem muitas dúvidas também sobre as diferenças entre Planos Estratégicos, Táticos e Operacionais, então só para deixar claro:
- Plano Estratégico é referente a organização como um todo, é o estabelecimento de metas e a formulação de planos para atingi-las.
- Plano Tático é relacionado com diversas áreas da organização, uma área específica. (Ex: Plano Financeiro, relacionado a área financeira; o Plano de Marketing, relacionado a área de marketing.)
- Plano Operacional é como uma formalização dos objetivos e procedimentos a seguir, é o que ajuda a orientar e colocar em prática os planos táticos. 


Por Rafaela Moraes

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Fluxograma de Expedição

Fluxograma baseia-se em um tipo de diagrama que tem como finalidade demonstrar processos de materiais e operações. Tem o propósito de ser algo mais dinâmico e de fácil entendimento de modo que durante a execução da tarefa, quando houver algum de tipo de erro, possa assim ser facilmente identificado e corrigido.

Centro de distribuição (expedição) - pode ser explicado como um armazém que trabalha com a gestão de estoques de mercadorias da empresa e coordena a saída destas para o cliente. É considerada a última etapa do centro de distribuição, onde ocorre a verificação e o carregamento dos veículos determinados.

Na expedição contém dados como:

  • Quantidade total a ser expedida
  • Peso total e/ou volume a ser expedido
  • Números de pontos de embarque
  • Distância envolvidas
  • Meios de transporte
  • Datas de entrega
  • Documentação
Mais especificamente o fluxograma de expedição mostra as atividades de chegada, carregamento do caminhão, entrega dos documentos e sua saída.






Fluxograma de expedição

























Fluxograma de expedição tem o início onde as mercadorias são carregadas para a inspeção (etapa de decisão, onde pode haver duas possibilidades.) se algumas mercadorias forem consideradas "rejeitos" serão levadas de volta a produção ou ao fornecedor. Mas se forem consideradas "aceitos"  são encaminhadas ao empacotamento (onde ocorre a embalagem.) em seguida, encaminhadas para o local de expedição (armazém em que coordena a gestão de estoque), próxima etapa é a de formação de carga (identifica, pesa e faz a etiquetagem do produto), e então, passa para o carregamento (onde coloca-se as cargas no caminhão), em seguida, executa o faturamento (emissão de notas fiscais e efetua-se o pagamento da carga), logo depois, o despacho do produto (o caminhão dirigi-se para o destinatário) e então entrega-se a mercadoria devidamente ao cliente e por fim, o caminhão retorna a Empresa para ocorrer o fluxo todo novamente e recarrega-lo com outras mercadorias.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Conclusão

Quando consideramos um sistema de Produção, é preciso trabalhar com um Sistema de Gestão (da Qualidade) que considere setores distintos da empresa e aspectos distintos da produção.

"Qualidade é a consistente conformidade com as expectativas dos consumidores."

O Kanban permite agilizar a entrega e a produção de peças. Pode ser empregado em indústrias montadoras, desde que o nível de produção não oscile em demasia. Os Kanbans físicos (cartões ou caixas) podem ser Kanbans de Produção ou Kanbans de Movimentação e transitam entre os locais de armazenagem e produção substituindo formulários e outras formas de solicitar peças, permitindo enfim que a produção se realize Just in time - metodologia desenvolvida e aperfeiçoada por Taiichi Ohno e Sakichi Toyoda conhecida como Sistema Toyota de Produção.

O sistema Kanban é uma das variantes mais conhecidas do JIT.

As modernas fábricas de automóveis são construídas em condomínios industriais, onde os fornecedores estão a poucos metros e fazem entregas de pequenos lotes na mesma frequência da produção da montadora, criando um fluxo contínuo.

O sistema de produção Just in Time, adapta-se mais facilmente às montadoras de produtos onde a demanda de peças é relativamente previsível e constante, sem ocilações.

O objetivo da integração do Kanban e do Just in Time as empresas é melhor aproveitar nas aplicações práticas as vantagens de cada um, e eventualmente aquelas decorrentes de sua integração. Deste modo, concluímos que existem grandes vantagens na aplicação dos dois programas, porém, para que eles efetivamente contribuam para o melhor desempenho e competitividade da empresa devem estar integrados entre si e também alinhados com a Estratégia de Produção. E ainda serem complementares, pois influenciam muito na Qualidade. A Gestão da Qualidade aponta para a preferência do consumidor, o que aumenta a produtividade, levando a uma maior competitividade e assegurando a sobrevivência das empresas. Com os sistemas de gerenciamento da qualidade nas empresas, há maior participação e envolvimento de todos, gerando assim uma melhoria nas condições de trabalho.



Por Ana Luíza Braga

terça-feira, 26 de junho de 2012

Gestão da qualidade - parte 2

FATORES INFLUENCIADORES

Existem alguns itens que influenciam diretamente na qualidade da empresa e se coordenados de forma correta auxiliam em uma gestão de qualidade satisfatória. São eles:


  • Qualidade intrínseca (objetivo) - entende-se a capacidade do produto ou serviço de cumprir o objeitvo ao qual se destina.
  • Custo - questão onde deve haver um equilíbrio entre o  bom custo para o empresário (que vai fabricar o produto) e um custo acessível ao consumidor (que vai adquirir tal produto), independente de qual seja o público-alvo. Este é um item importante, pois assim será possível alcançar a satisfação de ambos os lados.
  • Atendimento - no quesito: local, prazo e quantidade. Em que esses três quesitos demonstram a importância dada a produção dos bens e na excelência da prestação de serviço. Pois todos são favoráveis ao produto ser entregue no local, prazo e quantidade especificado, no ato da compra, e devidamente cumprido logo depois, o que conta muitos pontos para a gestão qualidade nesta empresa.
  • Moral e segurança - Importantes itens tanto para clientes internos ( funcionários desmotivados, mal-treinados, inconscientes da importância de seus papéis na organização não conseguem produzir adequadamente) quanto para clientes externos que merecem ser atendidos com confiança de que seu local de compra é, literalmente, seguro e de confiança. A empresa precisa saber conquistar seu consumidor e entender suas necessidades principais (o que inclui, a moral).
  • Ética - Tanto as regras e normas, internas, estabelecidas pela organização que se cumpridas pelo funcionário corretamente ou regras impostas pelo governo que se cumpridas pela empresa de forma ética e de responsabilidade. Trazem credibilidade para todos e é mais um fator que influencia no SGQ (Sistema de Gestão de Qualidade).

CICLO PDCA

Como nem tudo dentro de uma empresa corre a 100% perfeito. Os gestores empresariais sempre possuem trabalho a fazer e claro, visando a melhoria contínua. O ciclo PDCA (Plan, Do, Check e Action) foi um método criado por William Andrews Shewhart e se tornou essencial na gestão da qualidade, que ficou conhecido como Ciclo Shewhart de Qualidade.


Para entender melhor os processos deste ciclo e aplicar na gestão, podemos explicar cada etapa:

  • Plan - nesta etapa, inclui-se definir as metas (quais são os objetivos a serem alcançados?) e definir métodos (a partir das metas geradas, qual a forma de alcançá-las? )
  • Do - divide-se em três: educar e treinar (todos os funcionários que estarão ligados a esta mudança); executar (com os funcionários devidamente aptos a agir, partir para o momento de execução da melhoria); coletar dados (recolher os resultados para análise).
  • Check - trata-se de checar, ou seja, comparar as metas estabelecidas com os resultados obtidos pela experiência e assim, analisar quais foram as mudanças positivas e negativas do processo.
  • Action - onde vai haver a ação de: corrigir, prevenir e principalmente melhorar continuamente. Dependendo da situação, caberá ao gestão uma decisão.

Como o nome mesmo diz, ele é um ciclo e por isso não tem especificamente um fim. É contínuo, pois dentro de uma empresa sempre há o que evoluir e trazer de benefícios.

ISO (International Organization for Standardization).

Não podemos deixar de citar, numa gestão de qualidade, o papel da ISO (Organização Internacional para Uniformização). Baseado na família de normas ISO9000, ou seja, foram desenvolvidas para apoiar as organizações na implementação e operação do SGQ  (Sistema de Gestão de Qualidade).


CONCLUSÃO

 Atualmente as empresas estão se conscientizando cada vez mais da importância da gestão de qualidade, porque é através dela que pode se encontrar um problema existente e depois encontrar a solução para esse problema. O que vai acarretar uma melhoria no processo produtivo, isso gera satisfação dos clientes e o retorno de novos clientes para a empresa também.
Então, podemos observar que a gestão de qualidade está envolvida num aspecto geral da empresa e é um fator fundamental para a sobrevivência das organizações num mundo tão competitivo como hoje em dia.

Por Gabriela C. Rocha